terça-feira, 24 de novembro de 2009

MOMENTO DELICATTA 2009

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O perfume da orquídea

Encanta de ano a ano...

A seiva se chama palavras!

É momento de desabrochar...

Abre as portas,

Os convidados estão presentes


PROJETO LITERÁRIO DELICATTA 2009 - LIVRARIA CULTURA / SP , o meu agradecimento a todos os amigos que fiz , pois a saudade é grande e deixo este momento gravado , para lembrarem hoje e SEMPRE ...


DEUS abençoe a todos! Forte abraço...


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

MEUS AMIGOS

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Há certo tempo atrás, li uma mensagem a qual se chama JÓIAS DEVOLVIDAS, e nela está contido um significado poderoso, onde DEUS nos faz refletir, que nossos filhos são confiados como jóias valiosas, e devemos guardá-las e poli-las constantemente, para que o brilho seja cada vez mais intenso e precioso. É certo notar que o tempo de devolução destas jóias, somente DEUS saberá o momento oportuno de resgatar o valioso tesouro, pois tudo que há neste mundo, é fruto abençoado da sua infinita vontade. Por nove meses em meu ventre, carreguei com muito orgulho esta jóia e a todos que tocaram, alegraram e presenciaram a ocasião, sabem a difícil tarefa que é repassar isto em palavras.


Zelar é assim! E sei “eu” o quanto zelei, amei e me dediquei. Neste trecho não reluto e nem me revolto, ante o mistério que é viver e morrer. E por mais que seja doloroso saber que um erro custou à vida de um inocente, sei que há uma verdade superior por trás disto... (SALMO 82 5:6:7:8 eles nada sabem, nem entendem;vagueiam em trevas;vacilam todos os fundamentos da terra. Eu disse:sois deuses, sois todos filhos do altíssimo. Todavia, como homens, morrereis e , como qualquer dos príncipes , haveis de sucumbir. Levante-te, ó DEUS , julga a terra, pois a ti compete a herança de todas as nações ). Mas hoje, ao contemplar o final de tarde exuberante, percebi uma diminuta luz a abrandar e acalentar a dor em meu coração. Senti como o brilho de um cristal infinito, que me visita todo o dia, avisando que lá está a me cuidar.


Portanto é com muito afeto e estima que repasso o meu agradecimento por todos aqueles que presenciaram a minha alegria e quando olharem para o fim de tarde e notarem o sol a descansar, uma diminuta luz aparecerá a dizer: “enquanto estiveres a caminhar nesta terra, lembre que aquele que está a seu lado , se chama “AMIGO” e nunca o abandone , pois a sua presença é sempre bem vinda “...


Agradeço as orações, mensagens e ligações a fortalecerem o momento presente... Com carinho, Marilice e Beto!




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

REGRESSO

















Dias de primavera chegam!

Minha vontade não...

Sinto que a faina do sentimento

Drenou minhas forças.


A pouco a lágrima da companheira correu pelo ombro direito.


Por onde anda seus pensamentos?


Quiçá pelo advento

Da estrela cobiçada

A brilhar no espaço reservado

Que há no seu coração...


O bem-estar necessário

Compromete o peito.

Pois, o golpe do verdugo

Dilacerou o anseio


Distanciou desde então

E olhar para o alto

É cativar-se pela diminuta luz na imensidão...


A lembrar, aconselhar e avisar!


Pois, o canto do bípede vespertino

Alegra enquanto há

E amargura quando descansa.


Os corredores da noite são gélidos!


A luz a chegar e encorajar

Não pertence ao meu olhar...

Então espero o dia chegar.

Mas, o regresso dolente

O poeta carece

A Alma gritante pede

Espírito se fortalece.


Vou alienar!

Vou sobrepujar...

Vou chorar!

Tentarei indultar...

Tentarei não execrar.


JRA (o poeta da verdade).

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ESCÁRNIO EPIGRAMADO


Errar é humano...

Perdoar também!

Quem é o próximo que se habilita?


JRA (o poeta da verdade)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

LIVRE E SIMPLES




















O sabiá voltou, e a antiga ninhada sempre esteve ali, presente no limoeiro. O retorno da ave se dá, devido ao fato da cria futura ativar forte o sensor interno, que indica quando chega à época de procriar. Circundou por diversas vezes e mesmo notando a presença de pessoas a catarem limões, não se intimidou e novamente recuperou o ninho erguido com entusiasmo.


Por uma longa data fungos, umidade e demais agentes se apossaram da ninhada. Mas o hoje falou mais forte e na chuva que chegou a determinar o último dia de inverno, é importante perceber que a primavera terá muito trabalho pela frente, ainda mais se tratando de renovação...


Ser livre é assim! Surgir, ficar e ir... E por ser tão simples a mente não aceita de maneira alguma, ao ponto de questionar, não apenas uma vez, mas sim “n” vezes. É o mesmo sabiá de outrora? Não poderia ter escolhido outro local? O limoeiro não está velho demais para dar frutos? E por ser um ser decrépito, não seria mais sensato, escolher um arvoredo mais apropriado? Réplicas e mais réplicas e o sabiá segue firme a caminhada.


O dia a dia do homem é um sofrimento intenso. Pensa demais, age demais e perde demais. Bom, o jeito é dar uma trégua ao ilustre bípede e rever a ninhada do homem moderno. Do passado ao presente gerações chegam e antes que possam tomar decisões, o pensamento dos genitores anda agitado a buscar o futuro promissor para cria. Constrói-se uma morada que nunca está apropriada e mudanças surgem a todo o momento. Então chega o primeiro obstáculo, satisfação. Para o homem, o kaos se estabelece quando não há satisfação e por ser um insatisfeito nato, o problema acabou de surgir e se chama “espaço”. Tenta de todas as formas, erguer uma cidadela para a nova semente e quando se dá conta , o melhor que há na natureza humana – ser criança - já passou e nesta ocasião se aproxima as decisões.


De cabelos em pé, se ainda tiver algum, percebe que o indivíduo criança começa a entrar na dança do moderno e como deu demais e tirou de menos, paga o preço da dívida adquirida pelo conforto, escutando perplexo, mas presente, os inúmeros desejos daquele que aprendeu a ficar alerta com o tempo e a transformação.


Agora é chegado o ápice da correria e como o tempo não poupa ninguém, ir é algo sem freio, por mais que a vontade reine exclusiva de uma única mente a pedir sem muita perspectiva. Neste trecho da existência a mutação está completa e o primeiro passo da revoada do ser imperfeito e pensante, é uma incógnita ante o trabalho exigido para se fazer existir, nas novas fronteiras que virão...


Talvez aqui esteja intrinsecamente escondida uma parte do individuo a explorar, mas enquanto isto não acontece, é mais recomendável seguir o trecho abaixo para refletir, e esperar o novo sabiá surgir, ficar e ir...


JRA (o poeta da verdade)



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“... Num mundo utilitário não existe coisa alguma permanente.”...

“... Marx se perguntava sobre outro tipo de trabalho que daria prazer e felicidade aos homens. Trabalho companheiro das criações dos artistas e do prazer não utilitário do brinquedo e do jogo... Trabalho expressão da liberdade, atividade espiritual criadora, construtor de um mundo em harmonia com a intenção... Mas são estes horizontes utópicos que aguçam os olhos para que eles percebam os absurdos do topo, o lugar que habitamos. E, ao contemplar o trabalho, o que ele descobriu foi alienação do princípio ao fim...” (Rubem Alves).


Intrinsecamente - Essencial; inseparável; próprio e inerente. É quando uma pessoa pesquisa alguma coisa, ou faz algo próprio, inseparável.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

OS OLHOS FECHAM ...



Certa canção segue um trecho assim, ”feche os olhos e sinta um beijinho agora de alguém que não vive sem você”.


Mas o Déjà vu rasgante marcou meus olhos abertos a cada passo na terra morta a olhar o pequeno caixão em meus braços, e dar um beijo de despedida na face do meu filho querido, e derramar lágrima atrás de lágrima sobre seu corpo sem vida. A cor branca da moldura de madeira guarda o inocente que agora descansa em paz, no jazigo apenas em lembrança, pois o nome não foi possível colocar, devido à lei dos homens.


É este empirismo que me mata pouco a pouco. Nietzsche diz que fortalece. “Eu” digo que mata, pois os olhos continuam fechados a aceitar decisões de carrascos com olhos bem abertos. A trajetória dos fatos abaixo é muito dolorida, mas este é o dom herdado a muito custo, e como poeta e servo, sigo o inusitado. Sempre achei que a morte me persegue desde os tempos de infância, adolescência e agora como homem que trabalha no ambiente da dor (Pronto Socorro) a presenciar a violência urbana.


No local que achei ver vida – o hospital e maternidade referência para a ocasião – vi a morte em cada olho fechado. Achei que o descaso operava apenas com a violência, mas notei que lá também estava presente, a cada face e olhar das futuras mães sentadas a esperarem horas.As portas que abri, eram portas escuras, e quando fui em busca de claridade, uma verdade a mais se somava no meu ser. Mas na manhã de hoje ao abrir a porta do hospital e maternidade apontado para minha nova cria , abria inúmeras portas em vão. O residente plantonista com a face em lágrimas repassava a noticia inaceitável e após circular o corredor e ver estampado na parede um certificado assinado por autoridades máximas e um pôster de título “HUMANIZAÇÃO”, lia que aquele lugar era orgulho do projeto “mãe curitibana” devido aos baixos índices de mortalidade perinatal.


Meus olhos bem abertos a ler e seguir cada corredor com uma mulher inconformada ao meu lado, a esperar uma criança vir ao mundo e jamais poder abrir seus olhos, aguardava no ventre que inúmeras mãos tocaram , alegraram e desejaram surgir e abrir os olhos para vida. Desaprovar uma instituição inteira pelo ato, ou pior ainda, pela determinação de um único homem a decidir por uma vida, é como pelejar contra Ogue, rei de Basã (Deuteronômio 3:1). Estatísticas e números comandam o mundo moderno e eu com meus 38 anos - a esposa também - vivenciam um anjo de 38 semanas caminhar por outras terras.


Nesta terra números não são necessários; o tempo inexiste e a luz que lá está este carrasco jamais irá alcançar.Hoje a revolta está bem longe de mim , pois sigo meu salmo 38 a direcionar meus passos e de toda minha família lendo um trecho assim “os que dão mal pelo bem são meus adversários, porquanto eu sigo o que é bom. Não me desampares , Senhor, meu Deus, não te alongues de mim (salmo 38:20,21). A cada abertura do livro sagrado, minhas mãos contemplam os caminhos por onde sei que meu natimorto sofreu para trazer a verdade do momento presente, e mais um trecho segue assim , “O Deus que fez o mundo e todas as coisas que nele há este, sendo senhor do céu e da terra , não habita em templos feitos por mãos de homens. (Actos 17:24)” , e o carrasco continua a caminhar por esta edificação a ceifar e ordenar .


O grego Hipocrates é traduzido assim a determinar o juramento pela vida “Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados, o que terei como preceito de honra.Nunca me servirei da profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime. Se eu cumprir este juramento com fidelidade, goze eu, para sempre, a minha vida e a minha arte, com boa reputação entre os homens. Se o infringir ou dele afastar-me, suceda-me o contrário”, mas a tudo isto que as palavras determinam os olhos da iniqüidade estão presentes a macular os de bem desta classe do campo da medicina.


Não posso me calar, fechar meus olhos e mais ainda aceitar o infortúnio da minha parte, pois saberei que o carrasco solto seguirá a ordenar, ditar e determinar uma perda grandiosa , dolorosa e abissal quando OS OLHOS FECHAM...



Post scriptum – não há como continuar isto em palavras e mesmo que minha peleja não seja vitoriosa neste mundo , saberei “eu” o julgamento deste quando chegar o seu momento... "para entendimento melhor dos leitores, dia 18/10 deste ano comemorou se dia do "médico" , mais precisamente um domingo, em que minha esposa fez o chá de fraldas. Na segunda-feira dia 19/10 , fora ela toda feliz da vida para consultar e após alguns exames , constatou-se perda de líquido significativa , e mesmo após o repasse do residente de plantão , ao médico chefe, a decisão foi dispensar minha esposa para o lar... a partir disto o drama seguiu e na terça-feira dia 20/10 o drama seguiu , a dispensarem ela novamente. É dificil de acreditar nisto , uma vez que o hospital era referência , devido a condição e o risco da gravidez... Na quarta-feira dia 21/10 depois de esperar um longo processo de atendimento , foi constatado que o coração da criança não batia mais e depois do parto do "NATIMORTO" a pessoa que estava presente naquele momento , viu o cordão umbilical enrolado no pescoço ... As lágrimas correm agora e lembrar tudo isto para mim é um pesadelo sem fim, por isso construí o texto acima da forma que segue , mas resolvi colocar este acrescento para ficar mais claro"...



“AINDA ACREDITO NOS HOMENS DE BEM, DESTA TERRA INSANA”. DEUS traga a paz , a bonança e a justiça hoje e sempre ...

JRA (o poeta da verdade).




domingo, 4 de outubro de 2009

VOLTO















Há tempos não volto.

Volto agora...

Há tempos não corro.

Corro agora.

Há tempos não escrevo!

Escreverei, já!

E, basta à luz irradiar

O céu azul despontar

O sabiá cantar

O filhote bocejar

O cântico motivar...

Que neste momento volto!

Sigo firme

Sigo em frente

Sigo presente.

E se alguém perguntar:

Meu nome é passado repente, futuro presente.

De tempos em tempos

Volto.



JRA (o poeta da verdade).



domingo, 27 de setembro de 2009

CEM














Começou, ontem!

Expirou, hoje.

Mais virão...


JRA (o poeta da verdade).


Principiou-se não faz muito tempo e de lá pra cá fiquei a cismar. Como será a postagem de número cem? Enfim de comum acordo com a... e ... , e mais ainda de maneira simples , direta e breve - mas de longo alcance - o trecho acima marca o início , o meio-termo e a aparência de uma marca até então muito almejada , desejada e festejada . Aja e haja aliteração rs...



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

CONSTRUÇÃO












O vento julgador se aproxima.

Não é bonança

Não é esperança

E tão pouco auxilia

A caminhar livre

Em verdes pastos do além...


O vento julgador se achega.

É vendaval

É zanga!

E pouco importa

O estrago a brotar

Na terra refém...


O vento julgador se foi

Ficou a justiça

Ficou a sentença

E o que importa

É a lição deixada

Na terra de ninguém...


Assim é o criador!


A demonstrar

O quão insignificante

É o “homem”!

Que se julga “rei”...


JRA (o poeta da verdade)


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

SETEMBRO







Setembro chega estável!

Ipê amarelo por florir...

Trino do canário-da-terra acompanha

Bate sol nascente, a surgir...


Abre-se a porta da liberdade do lar

Ouve-se o trino, apoteose do destino

Batem-se palmas, a luz determina,

Amem cada dia...


Setembro encanta!


Marcha varonil está por vir!


Farda oliva na passarela

O zelo do povo humilde

Contempla, suspira e acredita...


Canário-da-terra ramado permanece!


Termina a primavera, sua vestimenta muda,

Novo rei aparece,

O amarelo prevalece...


Na praça o ser decrépito agonia...


Quem será o finado?


Ipê de praça caótico com a estação,

Irado com a poluição,

E calejado pela inovação...

Sofre com o isolamento de seu sustento,

Pois o pavimento pedrês deteriorou sua raiz,

E a farta terra que por ali, certa vez surgiu,

Agora descansa!

Sem gotas de chuva,

A lavar o pigmento da urbe infeliz

Que sapateia na dança das horas

A esperar, acreditar e confiar...


A borboleta de asas branca apareceu!


Única e cintilante,

Tracejou uma revoada na janela poente...


Amaranto-globoso, feito estepe indócil, se fez...


Amanhã, setembro não encanta!

O canário-da-terra não acompanha

E a farda oliva ficará de campanha...


JRA (o poeta da verdade).


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Alegria, Alegria - Antologia de Crônicas de Humor

A Editora MULTIFOCO, através do selo ANTHOLOGY, promove a Antologia de Crônicas de Humor “Alegria, Alegria”, aberta a escritores do Brasil e de todo o mundo, que escrevam em português textos do gênero crônica caracterizados pelo humorismo.

Os textos devem ter o máximo de dez mil caracteres, incluindo espaços, e devem ser submetidos em formato editável (Word, RTF ou texto puro).

As obras submetidas serão analisadas pelo coordenador da comunidade e pelo(s) moderador(es) e aquelas que forem selecionadas para publicação serão divulgadas através desta comunidade.

Prazo Para Envio: 15 de setembro

Data Prevista para Publicação: novembro

1.A EDITORA MULTIFOCO, através do selo ANTHOLOGY, receberá até o dia 15 de setembro de 2009, crônicas em português, inéditas ou não, de autores brasileiros ou estrangeiros residentes em qualquer parte do mundo, que tenham como característica principal o HUMOR.
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2.Os textos, com no máximo dez mil caracteres, incluindo espaços, devem ser enviados em formato editável (.DOC, .ODT, .RTF), em fonte Times 12, através de um correio eletrônico tendo por assunto “TEXTO - ALEGRIA, ALEGRIA”.
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3.No corpo da mensagem, a de no máximo cinco linhas,o autor deve enviar uma minibiogra contendo endereço eletrônico para contato e endereço de blogue/site, caso tenha.
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4.Os textos serão recebidos, analisados e os selecionados farão parte da antologia “ALEGRIA, ALEGRIA – Crônicas bem-humoradas”, a ser publicada pela referida editora em Novembro de 2009.
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5.O autor assinará um termo, declarando que a referida obra é criação sua e responsabilizando-se por qualquer questão relativa a direitos autorais e plágio.
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6.Independente de serem selecionados ou não todos os que enviarem textos serão informados do resultado da análise.
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7.A antologia terá, aproximadamente, 150 páginas, no formato padrão 14x21 e o preço máximo de capa será R$ 25,00 tendo os autores um desconto de 30% para que possam recuperar seu investimento com uma margem de lucro.
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8.A cota de participação para cada autor será de 15 exemplares, que poderão comercializar no prazo de 30 dias a contar do lançamento. No caso de o autor precisar de mais exemplares, a editora se compromete a repor a quantidade pedida, dentro das condições iniciais, desde que o preço das matérias-primas estejam estabilizados no mercado, durante o período mínimo de um ano.

9. Os autores residentes no Rio de Janeiro e aqueles que se dispuserem a deslocar-se até lá, terão à sua disposição o Espaço Multifoco, localizado na Av. Mem de Sá, 126 - Lapa - Rio de Janeiro, para o lançamento da antologia, em data a ser divulgada posteriormente.
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10. Aqueles que receberão os livros via Correios deverão arcar com as despesar de porte.
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cará a cargo do organizador da antologia.11. A solução de qualquer dúvida não sanada por este regulamento
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12. Os textos devem ser enviados para: admin.neb@gmail.com
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RIO DE JANEIRO, 01 de JULHO DE 2009.



obs - colaborando com o evento divulgando... Deus abençoe este momento !