terça-feira, 30 de dezembro de 2008

VERÃO



A pouco o pássaro moderno cantou

E a corroira se calou.
O canário que trinava furiosamente
Intimidou-se também!
E após tênue turbulência
A sinfonia natural abria portas novamente
Para manhã surgir diante da janela aberta.
O sol gelado matutino traz a manhã
Mas o alcance do seu calor
É na vespertina batida do meio dia.
Chegou o verão!
Então mudou a canção?
Não!
Engano artificial
A ditar e lembrar
Que o pássaro moderno
Ainda canta e espanta
Os cantores da mata aberta
Que trazem o verão...

JRA ( o poeta da verdade).


Um comentário:

  1. ahhhhhhhh... que lindo!
    continue assim!!!!

    kkkkkkkkkkk... (meus comentários sobre esse texto, digo verbalmente qdo conseguir falar com vc...)

    FELIZ ANO NOVO, JOH!

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