quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SER, ARDILOSO


A verdadeira águia paira sobre sua caça.
Nota que são cobras e escorpiões,
Muito bem protegidos pelos laços da falsificação.
Contudo, o vôo certeiro,
pega o mais ardiloso dentre os seres pestilentos.
Mas, sua cria não se alimenta do embusteiro
E, tampouco da ferida originária da ferroada do escorpião negro.
Outra vez levanta vôo,
Paira no ar
E a imensidão do oceano,
Abriga seu olhar.
Sabe que a bonança reina, por lá!
Então, despeja toda a carga ruim,
Crente que um dia o tapeador possa virar peixe de água doce...
No entanto, a nobre ave rapinante,
Embanana a visão do indivíduo atribulado, próximo dali!
Neste instante, o sujeito acredita se tratar do gavião traiçoeiro
Que habita a estepe imaculada.
No condado do gavião falacioso
A caça é abundante...
Inocentes e embasbacadas
Pelo efeito da fraseologia,
Aves se aglomeram
Facilitando a mira do bicho astuto.
O tipo continua espiando, esperando a nova chance
De desfalcar os pensamentos daqueles que,
Lutam por aquilo que acreditam.
O tempo recomeça,
É momento
De refletir...
Novamente.


Um comentário:

  1. é tão bom não entender nada do que você disse ao terminar de ler. gosto disso tmb.

    ResponderExcluir

Licença de direitos autorais(leia com atenção). Ao copiar textos, lembre de acrescentar os créditos. Licença Creative Commons
This work is licensed under a Creative Commons Attribution License.