quarta-feira, 3 de dezembro de 2008



Até o momento a pessoa que dedico este texto, está em isolamento, esperando o desfecho da trajetória do vicio sem controle...




Um texto antigo ressurge para a reflexão do auto controle. Será fácil ter auto controle? Somente o vicio é a questão absoluta do momento de parar e mudar? A calma vem no inicio e no termino do gole seco para refrescar o corpo sedento de necessidades? Ou ainda que seja por minutos ou segundos o alcance do prazer será suficiente diante do cárcere dos entorpecentes desenvolvidos para iludir a única droga fiel que é "ENFRENTAR A VIDA"? Inúmeras questões levanto, mas não posso obter a resposta sozinho, por ser a minha verdade. Portanto a todos que lerem o que segue, mostre novos questionamentos a si mesmo e depois não tentem encontrar a resposta certa. Porque desta maneira? Porque a todo o momento que buscar uma nova leitura diante do desequilíbrio, uma voz ira falar calmamente para você que apareceu outra resposta e assim nunca ira parar. A não ser que consiga encontrar o fim necessário para abrir os olhos da alma e observar o que rodeia na pressa que ha, por não saber enxergar o valor mais precioso "SENTIR POR SI MESMO”. Acrescente um conto nobre juntando minhas palavras na verdade que cada um tem na dificuldade do vicio e apenas guarde este caderno de confidências com você. Isto é um passo importante para ajudar a expressar o silencio perverso que ha dentro de nós. Vá com calma logo sairá e assim descobrira que não foi difícil, tornando um vicio necessário para lembrar que a perturbação da mente nada mais era que se ouvir só por um rápido momento que seja. Sucesso a todos na leitura.

O limite entre um copo e outro realmente é difícil de fazer a soma para satisfação do vazio que cerca e com isso toda a angustia do homem o tempo não cura e somente a força de vontade terá a resposta para cessar. Numa trajetória muito cruel o drama da síndrome do copo cerca inúmeras famílias e aqui não é diferente. Parece a tal pré-disposição a doenças que predomina no tal do vicio sem controle. Valores são conquistados e perdidos e a retomada do ritmo esbarra no vicio. Um vicio legal e mesmo que fosse ilegal teria liberdade para destruir sem limites o ser vivente que não controla a sua vontade. Nossas atitudes e vontades na verdade nunca tem controle e se tornam imprevisíveis quando estamos em alto grau de conflito interior e a desconfiança reina. Neste final de ano mais um da família que seguia a trajetória da síndrome do copo, pôs a mostra toda à agonia da alma vivente de um homem sem valores. Perdeu tudo e mesmo que não tivesse perdido o motivo seria o mesmo, mais um copo, atrás do outro até tontear o corpo e mente e anestesiar o limite com a perda da consciência. Este alcance é imprevisível, porque o nosso corpo sempre está a aumentar a dose e com isso a entorpecer mente e coração para preencher o vazio que se forma. Como pode afirmar algo que nunca experimentou?Não é necessário, basta olhar o frasco que detêm o veneno e ver as crianças adultas que não obedecem e provam sem limites este liquido cruel e ver o resultado a olho nu. Na trajetória que segue, não é preciso provar algo que nunca ira preencher o vazio de mente e coração, porque nunca vamos obter resultado satisfatório. Isto é fácil de observar quando tiramos o doce da criança e vemos a sua aflição para cessar o choro. O alcoólatra, não é preciso tirar o copo, porque ele tem facilmente em qualquer bar, de mão em mão, dos falsos amigos e desta forma a agonia não cessa. Senti em meus braços o vazio desta pessoa, da mesma maneira que senti de meu pai. E porque isto é tão intenso no homem? Isto é muito subjetivo, porque a busca desta fuga muitas pessoas fazem de outras maneiras, com outros vícios. Mas o mais dolorido com certeza é o vicio do álcool no organismo. Hoje sua mente é puro delírio e pouca coisa coerente, vem em suas lembranças, com palavras obscuras. Será que a solução seria mesmo aumentar a dose e deixar o corpo adormecer?Muitas pessoas adormecem para fugir dos problemas, mas esta não é a resposta. O medo de viver sempre firme, talvez seja a grande preocupação do homem moderno, na busca dos relacionamentos complicados se resolverem e conseguir ser humilde e respeitado perante todos. Mas uma coisa é certa a síndrome do copo reina para todos aqueles que não sabem enxergar o que é família, ou melhor, viver com todos e esticar a mão e pedir ajuda! "Isto não é uma fabula é a realidade nua e crua do dia a dia que derruba inúmeras famílias. Leia com muita atenção e transmita a todos que passam por esta dificuldade ou não, porque uma corrente de esperança ira se formar e sempre quem buscar a leitura deste texto, conseguira sentir toda a energia formada na busca de preencher o vazio que se forma quando não entendemos a importância da palavra AJUDA.” JRA.


2 comentários:

  1. Pra viver é preciso coragem. O álcool dá uma falsa coragem pra gente. É isso que faz a pessoa querer outro e mais outro e mais outro... E nunca bastar!

    Ajudar é um verbo muito engraçado. Porque implica em DAR. Se você for egoísta, nunca será capaz de verdadeiramente ajuDAR uma pessoa.

    Tenho uma boa notícia pra te dar. Acho q vc já sabe, mas quero dá-la em tempo real com vídeo e áudio! hehehehe

    Beijos

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  2. Olá, tudo bem?

    Amei o post..um excelente texto para reflexão, para auto-reflexão, eu diria.
    Realmente, concordo com a Adri: "o álcool dá uma falsa coragem...".
    De certa forma, a pessoa que se utiliza dele, na verdade, cria um argumento de auto-defesa para simplesmente dizer: Só fiz isso porque estava bêbado..não tinha noção do que estava fazendo...pura besteira.
    Afinal, a boca fala o que o coração está cheio, isso é certo!

    Vou linkar seu blog viu.

    Beijinhos.

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