quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O MENINO E OS LEÕES


A briga era intensa. De um lado o amor pelos amigos e de outro o amor pela família. E assim seguia o conflito estabelecido. Mas poderia o menino domar os leões e assim compartilhar o amor dividido? O martírio seguia desta forma na mente desta criança e se dividia no entendimento pelos amigos então como leões a protegê-lo. Mas de repente chegou algo novo. Percebeu que sua amizade era algo diferente e o amor da outra parte trazia um entendimento diferente. A todo o momento a sua fuga era em busca do território desconhecido fora do lar. E assim determinava sempre seus passos com seus leões lado a lado. Mudar era necessário, mas a força não surtia efeito, pois fazer valer a palavra dita, pouco adiantava, diante do sentir que cerca dentro. Mas é sempre através do sentir que o manifesto vem com o tempo. Certo dia uma prova surgiu e o menino com seus leões se deparou com o destino pela frente. Os leões correram! Cada qual para um lado e o menino tão só ficou de imediato que paralisado seus passos se prenderam ao chão que o caminho e a direção perderam o sentido. Foi então que o resgate perdido do berro necessário se fez presente. Sem seus leões a protegê-lo lembrou que longe do lar estava e alguém que sempre falava, agora vinha forte na mente buscá-lo. A situação era critica e o desespero agoniava. Ficou preso por longo tempo, até que a fala venho a seu encontro. Resolveu o caminho estabelecido pelo abandono dos companheiros e tão feliz ficou o menino que daquele momento por diante começou a entender o que vem de dentro. O guerreiro salvador nunca o abandonou e assim demonstrava que o caminho certo é no lar que o espera, pois para todo aquele que cerca e tenta proteger, nunca saberá como fazer, diante do inesperado que possa ocorrer. E desta forma correrá sem controle pelo primeiro caminho que aparecer. Foi então que o menino dominou se e fez a amizade seguir apenas como companheiros fiéis do seu dia e ao chegar da noite era no ombro forte de seu pai que o amor seguia firme para confortá-lo a lembrar. “PARA CADA LEÃO QUE TENTE REINAR NESTE MOMENTO, SEI QUE HA UM MENINO ESCONDIDO A PEDIR O COLO DO AMOR PATERNO A RUGIR E ZELAR SEMPRE."


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