sábado, 29 de novembro de 2008

ESTRELA DA MANHÃ





ESTRELA DA MANHÃ


Nuvem que cobre o céu

Entardece a chegada da estrela matutina

Raio de luz diário e custoso

Que abre portas através da colina.

Ontem a chuva deixou o dia claro

Mas o raio da luz não esteve presente.

Sua falta fora sentida

E no ultimo manifesto do tempo vespertino

Você também não se fez presente.

O finado violeiro não está mais conosco

E caminha por outros dias secretos.

Lá também será necessária a luz matutina

Mas isto é condição de fé e crença.

Novembro é mês antagônico

Pois traz a marca do fim próximo

Do ano que alentou a prosa e o verso.

Momento este de uma luz de esperança

Que possa trazer a estrela da manhã

Mais próxima da condição delicada

Que vive a escrita desta nação.

E quando o raio de luz soprar a nova inspiração

Que seja o momento de libertação

Da condição de rever e aprender

Por onde se caminhou e nada mudou...



JRA (o poeta da verdade)



Um comentário:

  1. aahhhhhhhhhhh... que lindo! continue assim!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

    saudades! vê se aparece

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