terça-feira, 9 de setembro de 2008

SETE DE SETEMBRO "Ó VERDE OLIVA DA ESPERANÇA "


Não há como deixar de lado o dia anterior (06/09/2008) como referencia deste momento para detalhar o passo importante na busca da imagem. E assim comecei os primeiros passos da noitada no ambiente da dor que continua desmoronando dia após dia. Mas este assunto deixo arquivado para retratar que nossa condição de luta é constante quando o assunto é querer respeito.Bom vamos lá! Sai exausto como sempre e o frio da manhã fez com que a minha companheira fiel “minha magra” ficasse estacionada temporariamente até o novo resgate na tarde exuberante que estava por vir do sétimo dia do mês nove, ou melhor, sete de setembro. E assim ao chegar do dia vi que o relógio analógico do ambiente da dor fora superado mais uma vez e as portas da liberdade trouxeram forte a brisa de esperança para retornar ao lar com orgulho. Sei que minha magra ficara provisoriamente longe de mim e diante da carona preciosa que ganhei da genitora poderosa que zela com carinho do seu fruto do amor absoluto, fez com que o meu retorno fosse rápido como um cavalo veloz, diante da imagem do automóvel construído pelo homem moderno. Deixado fui à porta do lar com a certeza que outra cria esperava uma promessa em palavras serem cumpridas para então, ser mostrada a imagem do orgulho do “dia da pátria”. Abri a porta do meu lar e senti o peso do cansaço me dominar e diante deste momento quase que o horário da firmeza da palavra passou em vão senão fosse à mulher forte que me acompanha a trilhar cada sonho que surge como uma nova esperança. Então deitei provisoriamente e quando os exatos números determinaram o horário do levante, fui direto ao quarto da minha semente bruta, resgatar a palavra que é lei para este diletante desta nova canção. Fazia-se 09h35minmin. do digital do microondas e enquanto meu guri lavava seu rosto sonolento do descanso precioso , eu tomava o meu café para tentar resgatar forças para ir de encontro ao desfile da av. onde a memória de um amigo ficou gravada de forma exuberante. Passado todo o processo no lar, pegamos o ônibus devido ao fato da minha magra estar em outras paragens e assim segui com minha semente bruta, extremamente curiosa, para ver e sentir de perto o encanto da marcha dos soldados da pátria amada, que foram lembrados dias antes. Desta forma lembrei-me do amigo CABO que comprará o livro que coleta os mais diversos dons desta terra gentil. Mas uma pergunta vem de momento. Ele estaria lá a desfilar? Sabia que seria algo difícil, uma vez que a pressa que tive de sair do ambiente hostil da dor me fez lembrar que a sua presença seria a desfilar lá. Pois o outro homem de farda o aguardava ansioso para também retornar a seu lar. Bom! Passado este devaneio, percebi que os meus passos e também do meu pequeno companheiro presente, estavam eufóricos a chegar até o rufo dos tambores, que ao longe escutávamos intensamente. Mas uma densa massa de pessoas nos fez caminhar inúmeros metros até conseguir observar mais este momento “antológico”. Que maravilha presenciei em dois trechos. O primeiro o orgulho da farda organizada que luta com força para cuidar do gigante de berço esplendido e o segundo o mais importante. “O brilho” do olhar de uma criança feliz por ver e sentir a imagem do respeito. A cada trecho do rufo de tambores e a marcha precisa e elegante da imagem da força e do respeito, um sorriso de encanto saia da minha semente sofrida. E assim meu coração se alegrava cada vez mais para encher de emoção. Mas num rápido momento que trouxe a fala de mais um expectador deslumbrado, ouvi: - O que estraga este espetáculo bonito são estas placas e folhetos da campanha da imagem turva dos políticos opulentos! Senti novamente a tristeza a chegar por saber que meu nobre amigo “o homem livreiro” poderia usufruir deste momento para embelezar o desfile do respeito. Mas será que ele não seria enclausurado por fazer de uso deste espaço para motivar a leitura? Ou pior, porque as faixas e cartazes não foram recolhidos para deixar seguir a marcha varonil? Um tormento após o outro assolou minha mente e assim ao termino do desfile da imagem da pátria querida, pensei novamente: - É! Nossa condição de vivencia é sempre de momento e assim conforme nossas decisões seguiremos a colher nossos frutos amargos ou saborosos! Passada a reflexão, retornamos ao lar satisfeitos e mais uma vez senti que pra toda a imagem que se segue com respeito , precisamos sempre cumprir o que prometemos através da nossa palavra que se forma como “escrita” de lembrança, “fala” de esperança e “imagem” de emoção .


DEUS ABENÇOE SEMPRE O MOMENTO DE CADA DECISÃO... Salmo 90 e salmo 38.


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