O ouvido alheio é sempre bem-vindo. Foi assim, hoje! Então, durante as manias do meu pensar, investi euforicamente um momento. Dessa maneira a balzaquiana que considero tanto, escutava o delírio sobre os quadrados. Na verdade o que eu pretendia dizer é que os tais quadrados eram, ou melhor, são caixas feito baús. Todavia, o tamanho não é desmedido de um para outrem, pois o peso depositado ali das confidências duradouras jamais devem ser liberadas e até mesmo, emancipadas. Caso contrário, todo o empenho será em vão. Seria esse o desejar mais sincero? Talvez... contudo, nossas vontades nunca perpetuam e na diminuta veleidade desse gosto, o tempo torna-se implacável para demonstrar o preço da decisão. Bom, pra deixar mais clara à passagem dos pensamentos filosóficos, cada qual expôs sua vivência e a cada fruto concebido dessa caminhada, os ensinamentos explodiram em atenção e cautela. O tempo parou. O tempo sempre para. Porém, penso eu que o ato de ouvir nem sempre pode ser alcançad...
bela homenagem pelo dia de ontem... hoje pra mim é um dia MUITO especial.
ResponderExcluire não é por causa do santo casamenteiro! rs rs rs
Que romântico! Nunca tinha lido um texto desse estilo!Leve, gracioso, carregado de ternura..adorei!
ResponderExcluirA tua eterna namorada tb deve ter gostado muito hein ? haha
Parabéns! Belo texto!