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ATÉ, QUANDO...

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Momento gratificante de resposta ao chamado emitido lá das bandas virtuais. Então, seguiu-se o trecho até o compromisso, e mais ainda, ao encontro da expectativa para conferir de perto os amigos tocarem, ao vivo. O local, o TUC (Teatro Universitário de Curitiba) que tenta de todas as formas criar sobrevida e presentemente recebeu a ilustre alcunha “Teatro Ivo Rodrigues”. Deste, ótimas recordações seguem ativas em minha memória, contudo, o espaço pouco mudou repuxando da minha cachola meados de 1989. Por que o dito: pouco, mudou? Oras, vivenciamos outras épocas, envolvidas por aceleração da informação, e o ano nostálgico apenas detinha a infeliz campanha de coletar público no corpo a corpo, ou através da panfletagem no estilo muito semelhante à poesia marginal. Dessa forma vale lembrar o amor praticado a arte, porque para o músico é religião expressar seu dom mesmo que seja diante dum palco vazio. Mas, no meu ponto de vista e, conforme segue o ingresso que estampo aqui, a conside...

ONTEM E HOJE

(comentário sobre a vitória do CAP sobre a LUSA 13/09/2008) A chuva cobre meu telhado a derramar lagrimas de alivio e a tudo isto diz o seguinte: Uma grande nação chamada "torcedores" aliviou o peso momentâneo de só perder e por mais diminuta que seja esta primeira vitoria, é bom lembrar que é o passo certo para o equilíbrio. Se você foi ao jogo com certeza saiu aliviado, pois na imagem que tive aqui pelo PC vi um time muito diferente e acho que a raça aos poucos ira determinar a mudança para os apaixonados de plantão não sofrerem tanto quando irem ao quadrado mágico da emoção... No recado acima expresso meu entendimento de momento a um amigo virtual que aos poucos começa a sentir e entender o “escrever com emoção”. Mas realmente é uma caminhada árdua e emotiva a cada palavra a seguir. A pouco folhei o jornal e na escrita de um colunista senti uma verdade sábia e importante. Lá estava detalhada a importância de rever o ontem e o hoje. O ontem um time caído e ...

A CAMINHADA DA ESCRITA

“O dicionário é o ombro direito do escritor diante dos caminhos da escrita para decifrar o entendimento das palavras e no seguir do curso da sua obra utilize-o sem medo, por ser a ferramenta dos atilados e não dos acéfalos”. Através deste pensamento algo surgiu claro como esta manhã de domingo que trás o sol a bater firme e forte na minha porta. Então de imediato abri a porta para sentir a claridade adentrar no recinto hospitaleiro que deixo todo aquele apreciar a hospitalidade do diletante a erguer sua obra. Mas algo ficou claro quando o calor aqueceu minha mente e coração diante de uma pergunta. Qual ferramenta é necessária para manter-se ativo no mundo das palavras?Matutei e esquentei por demais a cachola e então surgiu algo depois que revirei o quarto da minha semente bruta “meu filho” e achei o pai das palavras o “dicionário”. Fiquei muito feliz e a cada sinônimo achava o entendimento do ditado de cada escritor que acompanho tanto pelo jornal, livros e o virtual a ...

CARIOCA, FRIO E GENTE MUDA

É gente fina as paragens aqui do sul são de difíceis adaptações e pra quem é carioca, vive o drama de quatro estações em um dia de plena primavera. Tenho certeza que dificilmente ira lembrar-se de mim, pois a condição da sua presença foi extremamente animadora, pelo menos pra mim, e sei que as inúmeras cadeiras vazias se comportaram como um novo livro esquecido na estante. Nossa! Que delírio soava na sua fala fugaz tentando tirar a agonia do descaso da leitura, da escrita e mais ainda da nova calça de jeans desbotada que você não ganhou pela presença, onde era clara a necessidade do seu ser criar algo para determinar aquele momento. Sentei mais precisamente na fileira D da cadeira de numero 6, pois gosto deste numero por lembrar um jogo de blefe “o tal truco” e assim a cada investida do entrevistador, você gritava seis pro sujeito, para ter certo tempo a calar a sua fala retida no peito pra dizer claramente, pro dito cujo. “Magro o negocio é o seguinte, não queira a resposta im...

O CAMINHO AO PÉ DA LETRA

Acordei cansado! Horário de verão nunca agrada e agora piorou, pois degola uma hora das férias que dão uma trégua do ambiente da dor. Mas o mês me trouxe algo a mais que dias de alforria, pois é marcado ao pé da letra. Primeiro pelo dia do poeta (20/10) e depois o dia do livro (29/10). Há tempos tento abrir as páginas do silencio, mas não é tarefa fácil. Talvez a cidade não ajude ou colabore. Por quê?Parece que todo o manifesto é uma roda que necessita de uma força misteriosa chamada “interesse”.Mas que interesse é este? Novamente repito o “talvez” a dizer que possa ser por imagem a mostrar status. No virtual senti uma lembrança fraca das palavras e como imagem a embelezar o panfleto a mostrar e desejar leitura. Mas o dia era forte em calor e mesmo de frente ao PC, notei que a leitura passa por reformulação e adaptação. É a chegada do livro eletrônico e o novo tenta superar o velho. Uma imensidão de folhas será acoplada a uma tela de LCD e sabido é que poucas palavras farão o increm...

UM SEGUNDO PEDIDO

Mesa nove. Dezenove horas e para contrastar os “nove” de plantão um indivíduo a tossir propositalmente de frente a minha paciência. Mas notei que algo mais surgia em número para abater os “nove” de plantão. E foi através de um pedido que um trabalho de amor seguiu a inspirar e desafiar. Criei “dois” trechos. O primeiro trecho um texto que relata a convivência atual e passada, e o segundo um poema em forma de soneto e assim como presente foi deixado com o pagamento mais precioso que há “reconhecimento”. Mas estava longe daquele momento e o bar das palavras trouxe a verdade para mais um pedido. Na verdade um novo texto e um acróstico como presente nasceram. A filha fez do mesmo modo que o outro apaixonado pedira “de coração” e o pagamento seria na mesma moeda “reconhecimento”. Mas o fulano continuava a tossir e na mesa de numero seis se alojou. Notei que o dia a somar também chegara a seis (24 o dia, então 2+4=6). Então pensei. – O que falta? – O numero três! – Exato! - F...

IMPULSOS MODERNOS

Ah como é bom observar a natureza, pois o dia todo um canário terra cerca meu lar a cantar fervorosamente, mesmo com a penugem precoce que abriga seu corpo. Digo isto, pois o canário da terra necessita do amarelo gentil e do laranja convidativo pra crescer e desta forma começar um canto diferente. Este canto vagaroso e precoce é os primeiros passos e quando chegar à etapa decisiva, o estalado do canto tem que ser preciso para chamar a fêmea para a nova semente surgir. Sei que meu canário está no caminho certo e fico feliz a me deliciar com seu canto, mesmo precoce, mas alegre a demonstrar ao seu ouvinte assíduo que está presente. Bom então vai lá! Sai pela manha, lógico após levar meu guri para escola, pois temos que estar presentes a observar nossos filhos, ainda mais numa cidade que cresce desproporcionalmente ao padrão urbano que há tempos está ultrapassado e nada motiva isto a mudar. Bom!Passado este devaneio de momento, voltei pra casa e fui observar os meus vencimentos e com...