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CATIVAR

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Acróstico C A T I V A R Caro, Amigo! Ternura, Invade Vidas. Amores Raros... JRA (o poeta da verdade) "- Os homens esqueceram a verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. (...) Quando alguém se deixa cativar, corre o risco de ter que chorar um pouco. - Os homens do teu Planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e nunca encontraram o que procuram... E no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d'água... Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração. Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para fazê-lo feliz quando as contempla. Ele pensa: "Minha flor está lá, esperando por mim...” do livro "O pequeno príncipe - Antoine de Saint-Exupéry"

COMUM

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O que tu gostas Também gosto Chama-se, escrever. O que tu faz Também faço Chama-se, não ler... Simples! Porém, ler É preciso... Então recrutemos leitores! Alguém por um acaso, Sabe onde este ser Habita? Disseram-me que: Os parlamentares Aprovaram uma lei De caráter urgente, Obrigando escritor A virar leitor... No entanto A tal medida Foi sancionada No país utopia.... JRA (o poeta da verdade).

0.22.13

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Cochilo vespertino! Levantar sonolento... e após uma ducha onde a chave que controla a temperatura do chuveiro muda constantemente, o ritmo segue. Os quase 10 km que separam o arranque da partida até a frenagem da chegada são lembrados sempre pelo questionamento dos curiosos de plantão. – Você mora aonde? A resposta segue a mencionar o bairro e quando determino a distância da pedalada o assombro forma mais uma não conformidade impregnada na mente a desistir. – Muito longe! – Eu não viria de tão longe de bicicleta. Fazer a mudança na mente preguiçosa não há como. Fazer uma mudança no habito sedentário, pior ainda; e assim sigo a marcar as pedaladas. Neste momento é necessário recuar um pouco no curso dos fatos. A época exata não recordo, mas o fim de tarde de sol quente está ativo na lembrança , onde uma magra (bicicleta) que montei com entusiasmo e próximo de alcançar o ultimo tópico para incrementar a belezura , furtaram em questão de minutos. Naquele instante todo o prazer dedicado a...

BRILHO DESMEDIDO

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Muitas estrelas a brilhar no céu! Apenas uma ascende diferente. Orgulhosa e soberba afasta-se da constelação... Seu novo tracejado Forma nova paisagem Feito figura abstrata... Na penumbra regozija seu poder Na matutina roga pragas, Pois seu brilho chega ao fim, E o escasso tempo terrestre determina: Nos confins do mundo dos homens, É chegado o dia! A ocasião indica que outra estrela rege Carícia, , energiza, aquece... Sua sinfonia de luz ecoa no horizonte Outra era chegará. No entanto a noite se aproxima novamente. O olhar aflito focaliza o alto A constelação ressuscita. Onde estará a soberba luz desgarrada? Em algum lugar mais distante Percorrendo solitária a imensidão Como ser extasiado, Admirando seu rosto No espelho do buraco negro Chamado, solidão... JRA (o poeta da verdade)

Folhas soltas, pensamentos reais...

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ENCONTROS

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[LU] – Diga o que lembra... [LO] – Muita coisa! Lembro da noite calma; Das pernas esticadas; Da banqueta; da água com gosto estranho; Da grama cortada... [LU] – Preciso de uma rede! [LO] – Certo, então veja se esta serve: Fio bruto que sustenta meu corpo a rede balança... Por ali me achego, por horas! Muitas vezes por alguns instantes. O dia passa rapidamente então, a noite chega. É neste momento que o tempo cessa o relógio quebra meu peito acelera meu desejo... ? As carícias em meu cabelo suavizam a minha pressa e o gole da água gelada, transforma o abalo em alívio... Tudo feito com muito carinho com muito agrado com muito empenho. São momentos para alguns mas no meu ser é como, vida inteira! Assim é feita minha rede de encontros. Até mais... JRA (o poeta da verdade

Dia mundial da água

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A chuva fina chegou. Seja bem-vinda! Era esperada ansiosamente e mesmo de tempos em tempos sua passagem agrada até mesmo os amantes de uma estiagem adversa. Condição esta notada quando uma das fontes da vida se torna escassa, e assim a necessidade de suprir as relíquias de cada corpo é o momento que a chuva fina se alastra por um longo período a ser contemplada. Por volta do século XVIII um estudioso espantou sua sociedade com uma teoria, onde a escassez dos alimentos seria o resultado do aumento desordenado do crescimento populacional. Isto para época era motivo de risos e até mesmo um descaso devido a economia estar centrada no campo. Tempos evoluíram do passado ao hoje e a teoria de época traz uma condição – não em relação aos alimentos – mas uma alarmante e emergente “a falta d’água”. Este fator acarreta também nos alimentos e uma série de processos produtivos para os tempos modernos. Como a sociedade permitiu isto? Fazendo um breve resgate sobre as classes, percebesse o fator...